O Liberal - Belém-PA, 30/09/2005
Greve de ônibus continua na RMB
Não houve acordo em mais uma rodada de negociações entre rodoviários e empresários, durante reunião que aconteceu na manhã desta quinta-feira(29), na Promotoria do Trabalho, em Belém. Rodoviários de Marituba e Ananindeua decidiram continuar a greve, iniciada há 3 dias.
O principal motivo da manutenção da greve foi a recusa dos empresários em pagar os dias parados. A paralisação da categoria é para exigir o repasse de auxílio-clínica, no valor de R$18 mil mensais, mas durante a negociação, os empresários ofereceram repassar metade desse valor, além do pagamento de taxas de consulta e exames, que fosse realizados no Sest/ Senat.
Sobre a outra reivindicação da categoria, de redução da jornada de trabalho para 25 horas semanais, os empresários ofereceram a retomada do banco de horas, inclusive com o pagamento integral de cada hora trabalhada.
Mas, não houve acordo em relação ao não pagamento dos dias em que eles estiveram em greve. 'Não vamos voltar ao trabalho enquanto não tivermos certeza da reposição dos dias parados', explicou o diretor do sindicato dos rodoviários Mauro Peres.
Estão em greve a Viação Forte, Via Metropolitana, Águas Lindas, Transportes Barata e Transportes Marituba. A pasalisação atinge cerca de 400 mil pessoas na Região Metropolitana de Belém. Apenas os 40% da frota, exigidos por lei, estão circulando.
Empresários e rodoviários devem fazer uma nova reunião na sexta-feira(30).
Greve de ônibus continua na RMB
Não houve acordo em mais uma rodada de negociações entre rodoviários e empresários, durante reunião que aconteceu na manhã desta quinta-feira(29), na Promotoria do Trabalho, em Belém. Rodoviários de Marituba e Ananindeua decidiram continuar a greve, iniciada há 3 dias.
O principal motivo da manutenção da greve foi a recusa dos empresários em pagar os dias parados. A paralisação da categoria é para exigir o repasse de auxílio-clínica, no valor de R$18 mil mensais, mas durante a negociação, os empresários ofereceram repassar metade desse valor, além do pagamento de taxas de consulta e exames, que fosse realizados no Sest/ Senat.
Sobre a outra reivindicação da categoria, de redução da jornada de trabalho para 25 horas semanais, os empresários ofereceram a retomada do banco de horas, inclusive com o pagamento integral de cada hora trabalhada.
Mas, não houve acordo em relação ao não pagamento dos dias em que eles estiveram em greve. 'Não vamos voltar ao trabalho enquanto não tivermos certeza da reposição dos dias parados', explicou o diretor do sindicato dos rodoviários Mauro Peres.
Estão em greve a Viação Forte, Via Metropolitana, Águas Lindas, Transportes Barata e Transportes Marituba. A pasalisação atinge cerca de 400 mil pessoas na Região Metropolitana de Belém. Apenas os 40% da frota, exigidos por lei, estão circulando.
Empresários e rodoviários devem fazer uma nova reunião na sexta-feira(30).

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